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riscos_e_rabiscos

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Que Raiva!

 

Sou uma pessoa super solícita e que está sempre ao dispor dos outros. A minha mãe sempre me criticou e deu na cabeça por este motivo e, no fim das contas, ela sempre teve razão.

 

Sempre gostei de ajudar os outros incondicionalmente. Sou assim. Quem me conhece sabe que eu vou logo correndo se alguém precisa de mim.

Mas às vezes o contrário não acontece. Quando chega a minha vez de precisar de alguém, às vezes não há “disponibilidade”. Acabei por aprender a contar só comigo e pouco mais. Afinal, se não formos nós a resolvermos os nossos problemas, quem os resolverá? Sim, é bom e eu gosto de ouvir opiniões. Gosto que me chamem à atenção para pequenos pormenores pois quem está de fora vê melhor as coisas.

 

Mas outra coisa diferente é o abuso de confiança. Não nos importamos de ceder uma vez, duas vezes… mas à terceira já torcemos o nariz.

Eu sempre tive um lema: “antes desejada que aborrecida”. Se calhar perco com isto, mas fazer o quê?!

Detesto que tentem manipular a minha vida. Detesto que depois de combinar as coisas, as tentem alterar só porque “dá mais jeito” à outra pessoa. Acontece que eu ajusto e organizo a minha agenda e o meu tempo disponível para poder assumir compromissos. Agradeço que a outra parte faça o mesmo…

 

Agendar para outro dia a uma hora tardia… Nem pensar! Estou doente e não me pagam para isso. Já faço um favor e ainda querem dado e arregaçado?! Não pode ser. Sou boa mas não tanto. E não obedeço a caprichos.

 

É o jogo do tudo ou nada onde eu é que dito as regras. Quem quer aceita, senão pode ir inscrever-se num centro de explicações. Pagará o dobro, se faltar à explicação paga na mesma e não há cá reajustes de horários…

Acabou-se o tempo das cedências…